No dia 6 de abril, o Externato, participou enquanto escola na iniciativa “E se fosse eu? Fazer a mochila e partir”, que teve como objetivo a sensibilização para o acolhimento de refugiados.

Enquadramento

A Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR), em colaboração com o Alto Comissariado para as Migrações, I.P. (ACM, I.P), a Direção-Geral da Educação (DGE) e o Conselho Nacional de Juventude (CNJ),organizou a iniciativa “E se fosse eu? Fazer a mochila e partir”. Esta iniciativa terá lugar no dia 6 de abril, a nível nacional, nas escolas que a ela queiram aderir e tem como objetivo a sensibilização para o acolhimento de refugiados.

“E se fosse eu? Fazer a mochila e partir” constitui um exercício de empatia com quem foge da guerra e procura proteção humanitária, levando os alunos a perceber o que quer dizer deixar tudo para trás, a ter de selecionar o que é mais importante, vivendo só com uma mochila numa jornada de perigos e incertezas, bem como a refletir e a debater sobre o que gostariam de encontrar se vivessem essa situação.

Objetivos
  • Sensibilizar os alunos para a problemática dos refugiados, por forma a criar empatia com quem foge da guerra e procura proteção humanitária;

  • Refletir sobre o conceito de refugiado;

  • Levar os alunos a colocarem-se no lugar de refugiados;

  • Perceber o que quer dizer deixar tudo para trás, ter de selecionar o que é mais importante e viver só com uma mochila numa jornada de perigos e de incertezas.

Atividades realizadas:
  • Visualização do vídeo disponível em https://www.youtube.com/watch?v=heDm_-ZNCMs

  • Cada aluno será desafiado a quando chegar a casa preparar a sua mochila com os bens que transportaria se estivesse no lugar de um refugiado, contendo os pertences que os alunos considerariam indispensáveis para levar consigo num contexto de eventual guerra;

  • Os alunos de 2º e 3º ciclo foram convidados a tirar uma fotografia da mochila preparada, para posteriormente partilharem com a turma, assim como as razões da sua escolha.

“E se fosse eu? Fazer a mochila e partir”